Albert Schultz, diretor de teatro canadense, é acusado de assédio sexual

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Albert Schultz, diretor e fundador do teatro Soulpepper de Toronto, em foto de março de 2017 (Foto: Chris Young/The Canadian Press )Albert Schultz, diretor e fundador do teatro Soulpepper de Toronto, em foto de março de 2017 (Foto: Chris Young/The Canadian Press )

Albert Schultz, diretor e fundador do teatro Soulpepper de Toronto, em foto de março de 2017 (Foto: Chris Young/The Canadian Press )

Quatro atrizes acusaram publicamente nesta quinta-feira (4) Albert Schultz, diretor e fundador do teatro Soulpepper de Toronto, de conduta sexual inadequada, em outro caso no rastro do escândalo Weinstein.

Diana Bentley, Kristin Booth, Patricia Fagan e Hannah Miller iniciaram uma ação civil contra Albert Schultz, diretor artístico do Soulpepper, acusando-o de ser um “predador sexual em série” que agiu “assim que iniciaram suas carreiras” naquele teatro.

As acusações envolvem um período que vai de 2000 a 2013.

A campanha ‘#MeToo’ nos mostrou que, pela primeira vez, as pessoas escutam e levam isto a sério”, disse a atriz Patricia Fagan em entrevista coletiva.

“Há uma janela aberta” para as mulheres vítimas de assédio sexual que gostariam de denunciar seus abusadores publicamente, acrescentou Booth.

Schultz anunciou na noite de quarta-feira (3) que abandonava suas funções até a conclusão da investigação interna decidida pela direção do teatro.

“Estas ações representam graves acusações contra mim, que levo isto a sério”, disse Schultz em um comunicado, assegurando que se defenderá “energicamente”.

As atrizes pedem quase 8 milhões de dólares canadenses (US$ 6,4 milhões ou cerca de R$ 20,6 milhões) em indenizações do diretor e do teatro, segundo a imprensa local.

Fonte: G1

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