Atleta que morreu em competição do Ironman é sepultado nesta terça

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Genilson Lima era considerado atleta de elite e já havia participado quatro vezes do Ironman. Ele morava com a família no Bairro Meireles, em Fortaleza, e trabalhava como produtor de eventos esportivos. A filha do atleta, Gabriela Lima, acompanhou as buscas, iniciadas às 9 horas de domingo e coube a ela fazer o reconhecimento do corpo do pai.

“Ele [o cadáver] emergiu, aparentemente ele estava preso às pedras onde a gente suspeitava mesmo, no Espigão. A motoaquática dos bombeiros estava próxima e viu quando o corpo emergiu”, afirmou o coronel Marcos Costa, da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer).

O triatleta deveria ter saído da água até 7h25, de acordo com os organizadores da competição. O chip de identificação do atleta não sinalizou a saída dele da água, além de a bicicleta não ter sido retirada na transição para o ciclismo, segunda etapa da prova, o que serviu de alerta para o início das buscas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo não apresentava sinais de trauma e ainda estava com a roupa da competição e a pulseira de identificação. O laudo sobre as causas da morte deverá ser divulgado em 10 dias, segundo informações da Perícia Forense do Ceará (Pefoce).

Na edição 2017 do Ironman em Fortaleza, a largada ocorreu por volta das 6 horas (horário de Fortaleza), para um percurso de 1,9 km de natação, seguido por 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida, em um percurso técnico, plano e rápido. Focado na faixa etária, o evento classificou 30 atletas para o Ironman 70.3 World Championship 2018, programado para Mandela Bay, na África do Sul.

Fonte: G1

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