Casa Google atrai desenvolvedores de todo o país ao festival Hack Town, em MG

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Casa do Google atraiu desenvolvedores de todo o país (Foto: Régis Melo)Casa do Google atraiu desenvolvedores de todo o país (Foto: Régis Melo)

Casa do Google atraiu desenvolvedores de todo o país (Foto: Régis Melo)

A Casa Google Developers, ou simplesmente Casa do Google, como está sendo chamada pela maioria dos participantes, atraiu centenas de desenvolvedores para o Hack Town, em Santa Rita do Sapucaí (MG). O festival começou na última quinta-feira (7) e vai até este domingo (11), com ingressos esgotados.

Com palestras, workshops e principalmente mentorias, a casa se tornou uma referência para engenheiros, analistas, cientistas e empresários da área, que vão ao local para buscar aconselhamento para as novas startups ou até mesmo para empresas mais consolidadas.

“Eu estou focando bem na Casa do Google mesmo, porque tem a ver com meu trabalho diretamente”, conta Leandro de Carvalho Maia, que é especialista em sistemas e foi assistir uma apresentação sobre uma das ferramentas da empresa.

Participantes podiam descansar dentro da casa (Foto: Régis Melo)Participantes podiam descansar dentro da casa (Foto: Régis Melo)

Participantes podiam descansar dentro da casa (Foto: Régis Melo)

Nem mesmo as filas do lado de fora desanimaram quem buscava por uma vaga nas atividades. O desenvolvedor Rafael Conrado Farias saiu de Curitiba (PR) para vir ao Hack Town e fez questão de conhecer de visitar a casa.

“A expectativa aqui está grande, por isso está fazendo uma fila enorme. O que a gente está vendo é que, na verdade, os eventos são bem restritos, ou seja, tem pouca vaga e muito interesse. Então a gente tem que enfrentar fila bem cedo para conseguir entrar, pegar vaga para os eventos que a gente tem interesse”, afirmou.

Visitando a cidade pela primeira vez, Rafael conta que pesquisou bastante antes de encarar a viagem.

“Eu ouvi falar do evento, aí a gente começou a pesquisar um pouco a cidade, esse ecossistema de empresas de tecnologia aqui na cidade. Aí nós decidimos enfrentar a viagem longa aí. Como desenvolvimento profissional, eu vejo a importância profissional para ter a mente aberta para outras possibilidades. Ter o conhecimento sobre esses recursos faz uma diferença enorme na hora de selecionar as ferramentas com as quais a gente vai trabalhar”, explicou.

“O foco da nossa participação no Hack Town é a mentoria. A gente trouxe vários especialistas, funcionários do Google e parceiros para poder encontrar com todo mundo que veio aqui e poder dar dicas, poder trocar [informações] com quem tem startups, uma ideia”, afirmou Rafael Toledo, representante do Google no evento e também palestrante na casa.

Representante do Google, Rafael Toledo palestrou e depois conversou com os desenvolvedores (Foto: Régis Melo)Representante do Google, Rafael Toledo palestrou e depois conversou com os desenvolvedores (Foto: Régis Melo)

Representante do Google, Rafael Toledo palestrou e depois conversou com os desenvolvedores (Foto: Régis Melo)

Nas salas internas, além de palestras e mentorias, os visitantes podiam descansar, brincar com alguns jogos na sala de estar e até experimentar equipamentos da empresa. Tudo acompanhado de perto pelos funcionários do Google.

“É muito interessante, até para divulgar, porque tem coisas que não ficam muito claras. Quando eles vêm e mostram, a gente consegue entender as coisas com mais clareza”, afirmou Juliano Brás dos Santos, dono de uma startup de soluções para dianósticos humanos.

Visitantes podem aproveitar atividades também do lado de fora da casa (Foto: Régis Melo)Visitantes podem aproveitar atividades também do lado de fora da casa (Foto: Régis Melo)

Visitantes podem aproveitar atividades também do lado de fora da casa (Foto: Régis Melo)

Enquanto dentro da casa reinava o ambiente sério, compenetrado, do lado de fora, espaço para a descontração. Uma oficina de estêncil ensinava os visitantes a produzirem os próprios trabalhos. Segundo a organização, tudo com material comprado na própria cidade.

“Para mim é uma experiência nova, porque eu nunca fiz nada relacionado a isso, grafite, estêncil, essas coisas. E eu estou achando bastante legal, corajoso”, disse a estudante de engenharia biomédica Luara Cividatti Barroso.

Luara fez pintura com estêncil pela primeira vez (Foto: Régis Melo)Luara fez pintura com estêncil pela primeira vez (Foto: Régis Melo)

Luara fez pintura com estêncil pela primeira vez (Foto: Régis Melo)

Além da oficina, cafés para os visitantes, um alvo para lançamento de dardos e um ambiente a céu aberto ajudavam na interação entre os participantes.

“O que eu acho bacana é essa questão de integrar pessoas de diferentes culturas, de diferentes áreas de atuação”, disse Leandro.

“Como a demanda é muito grande, a gente acaba conseguindo dividir os grupos de acordo com os interesses. Se é uma dúvida mais específica, a mentoria com certeza é o melhor lugar. Se é uma curiosidade sobre a tecnologia ou um desafio de produto, com certeza a palestra vai te atender mais. Então acho que depende muito do que a pessoa veio buscar”, concluiu Toledo.

Alvo foi colocado para visitantes jogarem dardos na casa (Foto: Régis Melo)Alvo foi colocado para visitantes jogarem dardos na casa (Foto: Régis Melo)

Alvo foi colocado para visitantes jogarem dardos na casa (Foto: Régis Melo)

Fonte: G1

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