Empresas do setor varejista em Uberaba são autuadas pelo Procon 

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Nesta segunda-feira (11), durante fiscalização para combater abusos na oferta de seguros e garantias de produtos, a Fundação Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Uberaba autuou quatro empresas do setor varejista na cidade. Esta ação foi realizada simultaneamente pelos órgãos de fiscalização de Minas Gerais, em comemoração aos 27 anos do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

De acordo com Rodrigo Mateus, presidente do Procon Uberaba, a fiscalização tenta coibir a chamada garantia estendida na compra de produtos, ação que lesa o consumidor e a economia brasileira.

Para ele, o órgão tem como meta, além da fiscalização, conscientizar os profissionais e os próprios consumidores sobre as práticas abusivas. “Temos casos em que o valor da garantia estendida está embutido no produto. Muitas vezes, esse seguro não dá nem garantia de troca”, disse.

A fiscalização vai continuar nos próximos dias e, segundo Rodrigo, as equipes irão visitar todas as grandes lojas varejistas. “A garantia estendida é facultativa. Na hora da venda, o lojista precisa explicar para o consumidor o que ele está pagando e, assim, decidir se contrata ou não o seguro”, concluiu.

Para informações, denúncias ou esclarecer dúvidas, o consumidor deve procurar a instituição na Avenida Leopoldino de Oliveira, nº 2976, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O atendimento é feito por ordem de chegada, com a realização de cadastramento até as 16h. Outra opção é entrar em contato pelo telefone (34) 3333-7666, ou ainda pelo 151, e aos finais de semana pelo WhatsApp (34) 9 9869-9000.

O montante de atendimentos registrados no período de 1º de janeiro até 15 de agosto deste ano foi de 6.634. Até o momento, a maioria dos registros (44,19%) está relacionada a assuntos financeiros (operadoras de cartões de crédito, bancos, financeiras, etc.); os serviços essenciais (energia elétrica, operadoras de telefonia, água) representam 19,36%; produtos (bens móveis em geral), com 19,17%; serviços privados, 12,89%; na saúde, apenas 2,54%; habitação 1,36% e alimentos 0,48%.

Fonte: G1

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