Estudante de 18 anos morre afogado na Praia do Acácio em Guajará-Mirim, RO

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O estudante Daniel Luiz Moraes Lorim, de apenas 18 anos, morreu afogado no final da tarde da última quinta-feira (7) no Rio Mamoré em Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. O afogamento aconteceu em uma praia popularmente conhecida como Praia do Acácio, situada no Bairro Almirante Tamandaré. O corpo foi resgatado pelo Subgrupamento de Corpo de Bombeiros.

A vítima estava tomando banho junto com dois primos quando começou a se afogar a aproximadamente 15 metros da margem do rio. Desesperados, os rapazes que estavam com Daniel gritaram por socorro e um banhista que estava próximo nadou em direção deles, mas o estudante submergiu nas águas duas vezes e não apareceu mais.

Após o desaparecimento do estudante vários banhistas acionaram a Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros. Por volta das 18h os bombeiros chegaram ao local e avaliaram a possibilidade de iniciar as buscas pelo corpo.

Dois mergulhadores fizeram duas varreduras de 15 minutos cada uma e conseguiram encontrar o corpo de Daniel na segunda tentativa, por volta das 18h30. Depois de ser retirado da água, o jovem foi levado para o necrotério do Hospital Regional Perpétuo Socorro e posteriormente foi liberado para a família.

Neste ano esta foi a primeira morte registrada por afogamento na Praia do Acácio. Nas últimas semanas o local passou a ser frequentado por centenas de banhistas que buscam uma alternativa para se refrescar do forte calor, principalmente aos finais de semana.

Apesar do grande fluxo de pessoas, na praia não existe placas de sinalização informando sobre os riscos de afogamento ou que o local é impróprio para banho, além disso não há nenhum salva-vidas disponível para casos de emergência.

De acordo com o Corpo de Bombeiros o local é inadequado para banho por causa das fortes correntezas e pedras próximas da margem. Devido ao baixo efetivo no município e ao grande número de ocorrências, não há como manter salva-vidas de prontidão na praia, o que aumenta ainda mais os riscos para os banhistas que se arriscam a nadar na parte mais funda do rio.

O Corpo de Bombeiros informou ainda que não é possível delimitar uma área específica para banho porque existem muitos redemoinhos e buracos, o que torna inviável a prática de mergulhos e nado.

Fonte: G1

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