Estudantes plantam alimentos mais nutritivos e com colheita mais rápida no PI

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Os estudantes da Escola família agrícola Dom Edilberto Borges, em Santo Inácio do Piauí, localizada a quase 500 km ao Sul de Teresina, estão apreendendo a cultivar alimentos biofortificados. O resutlado são produtos que possuem mais potencial nutritivo que convencional e são usados no combate a desnutrição. Além disso a tecnologia torna os produtos mais nutritivos e o ciclo de cultivo é menor.

A escola conta com 100 estudantes, quase todos são filhos de agricultores, que estão repassando para os pais os conhecimentos adquiridos em sala de aula.

“O alimento biofortificado e uma estratégia de se combater um problema mundial que é fome oculta, carência de vitamina e elementos minerais no organismo. Através destes produtos como feijão, batata, macaxeira, que são consumidos normalmente pela população, nesse caso como produtos biofortificados, fazemos um tratamento desta doença”, afirmou Adão Cabral, engenheiro agrônomo .

Francisco Anderson Sousa é aluno do ensino médio e já conheceu a cultura de alimentos biofortificados. “Já estou investindo nos bioforticados. Estou no primeiro ano do ensino médio e colocando em prática o que tenho aprendido na escola”, conta o estudante. Há dois anos a escola trabalha com biofortificados. A unidade tem dois hectares plantados e desde que o plantio começou o interesse dos alunos cresceu bastante.

Todos os alimentos cultivados na escola são aplicados na comida dos alunos. Os alimentos como: batata, mandioca, feijão são usados nas seis refeições feitas na escola. Entre os produtos consumidos está a batata, que tem cor mais alaranjada e é consumida cozida ou misturada a outros ingredientes. O tom mais escuro é por causa da betacaroteno.

Fonte: G1

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