Falta de água ainda prejudica moradores, escola e é motivo de protesto em Divinópolis

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A falta de água ainda é um problema enfrentado pelos moradores de Divinópolis que chegaram a fazer na tarde de quinta-feira (14) uma manifestação no Bairro Jardinópolis pedindo solução para o problema no abastecimento. Na manhã desta sexta-feira (15), um caminhão-pipa precisou abastecer as caixas d’ água de uma escola no Bairro Santa Lúcia para não prejudicar as aulas.

Em nota, a Companhia continua informando que o sistema em Divinópolis está em processo de reestabelecimento e que está monitorando a situação principalmente nos bairros situados nas regiões mais altas. Além disso, estão sendo realizados reparos nas unidades de bombeamento de captação do Rio Itapecerica.

Nesta sexta-feira, por exemplo, na Escola Professora Evelina Grego Santos, no Bairro Santa Lúcia, faltou água para abastecer a unidade e, para que os alunos não fossem liberados mais cedo e para que não houvesse prejuízos no decorrer das aulas, foi preciso um caminhão-pipa da própria Copasa. As caixas foram abastecidas e a unidade espera que o abastecimento seja normalizado.

Mesmo informando que o problema está sendo solucionado existem reclamações da falta de água por toda parte. Como no Jardinópolis, onde os moradores estão sem abastecimento há oito dias, nos demais bairros mais altos e distantes da região Central a situação também é crítica. “Não estamos sabendo como fazer. Todos estão muito irritados com essa situação que a Copasa fala que vai resolver e não resolve”, disse a dona de casa Helga Almeida.

Na Rua José Jaime Soares, no Bairro Santa Lúcia, os moradores estão sem água há mais de uma semana. “Mais de uma semana sem água, tá muito difícil”, comentou a dona de casa Lucimar Chaves.

A falta de abastecimento de água foi motivo para a manifestação realizada nesta quinta-feira (14) na região do Bairro Jardinópolis. Os moradores fecharam a principal via de acesso ao bairro e pararam vários ônibus de transporte urbano nos dois sentidos. Seis veículos foram parados. A Polícia Militar (PM), que acompanhou a manifestação, informou que tudo ocorreu pacificamente. Assim que a polícia chegou, o trânsito foi liberado.

Fonte: G1

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