Fintechs, startups do setor financeiro, levam UE a avaliar mudar regra para software bancário

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Bancos da União Europeia que enfrentam crescente competição de empresas de tecnologia financeira podem ter mais facilidade para investir em software. O bloco discute novas regras para o setor.

As normas bancárias do bloco tratam o software como custo e não como investimento, forçando os bancos a cobrir as despesas com aplicações digitais com uma quantidade igual de capital.

Mas os reguladores consideram mudanças, já que os bancos estão ameaçados por um crescente número de ataques cibernéticos e sob a pressão de novos participantes ágeis no setor.

Se as despesas com software, que equivalem a cerca de metade do investimento digital total dos bancos, forem tratadas na UE como nos Estados Unidos, isso pode liberar mais de € 20 bilhões em capital ainda em 2017, disse um especialista do setor.

Muitos bancos europeus demoraram para investir em adaptações para lidar com as rápidas mudanças na forma como consumidores usam a tecnologia para financiamento. As fintechs começam a ganhar participação de mercado em uma variedade de setores, deste pagamentos até empréstimos.

Os bancos defendem que, à medida que se torna mais específico e ganha valor, o software deve ser incorporado ao capital, como é o caso de ativos tangíveis, como edifícios. Isso reduziria as reservas obrigatórias feitas para cobrir as despesas digitais, exigidas pelas regras da UE.

Mas a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) disse que as mudanças nas regras atuais devem ser tratadas “com a máxima cautela”. Se os bancos puderem reservar menos capital para cobrir despesas de software, poderiam acabar com um menor índice de capital, o que poder aumentar os riscos.

Fonte: G1

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