Guarda portuário condenado é indiciado pela 3ª vez por estupro de vulnerável

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Condenado em agosto a oito anos e três meses de prisão por estuprar uma menina de 14 anos, o guarda portuário Samuel George Miranda, de 36 anos, foi indiciado pela terceira vez pelos mesmos crimes. Os processos ofertados pelo Ministério Público do Amapá (MP-AP) aguardam apreciação e recebimento pelo Tribunal de Justiça (Tjap).

As outras duas denúncias que aguardam julgamento teriam ocorrido com meninas de 10 e 12 anos em agosto e outubro do ano passado, em Macapá. O advogado Charles Bordalo, que defende Samuel George, explicou que ainda não vai comentar os dois últimos casos, pelo fato de a Justiça ainda não ter aceitado as ações.

A última denúncia ofertada pelo Ministério Público foi o abuso de uma criança de 12 anos, que teria sido abordada pelo suspeito numa parada de ônibus no bairro Infraero 1, na Zona Norte da capital.

Segundo o MP-AP, a vítima relatou que ele teria simulado um defeito mecânico no carro em que estava, para chamar a atenção da criança. Para atraí-la até o veículo, ele pediu que a menina ajudasse a acionar a chave de ignição, enquanto verificava o motor. A situação foi um pretexto para prendê-la dentro do automóvel e cometer os abusos.

“Com o veículo ligado, o denunciado retornou e, com emprego de faca, ordenou que a vítima fosse para o banco do passageiro, assim como assumiu a direção do veículo. Em ato contínuo, levou-a para um lugar distante. No local, passou a subjugá-la para que não esboçasse resistência enquanto tocava suas partes pudendas (seios, nádegas e vagina)”, diz trecho da denúncia do MP.

Em seguida, cometeu o estupro e teria filmado as agressões sexuais, ameaçando divulgar as imagens se a criança o denunciasse à polícia. Após o abuso, ele deixou a menina no ponto de ônibus e a criança relatou a situação para a mãe, que fez a denúncia.

O outro caso foi em agosto do ano passado no bairro Infraero 2, também na Zona Norte. A investigação aponta que Samuel estuprou a criança de 10 anos próxima a casa dela. O acusado se aproximou de carro, abordou a menina que estava sozinha, obrigando-a a entrar no carro alegando que era policial.

Forçada a entrar no veículo, a criança contou que foi levada para um terreno desocupado onde foi violentada por 40 minutos. Durante os atos libidinosos, ela era ameaçada de morte pelo agressor. “Ele dizia que ia pegar a arma e a faca dele”, contou a vítima em depoimento.

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Fonte: G1

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