Justiça condena vereadores presos na 'Operação Déjà-vu' em Frutal

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A Justiça condenou seis dos sete vereadores acusados na Operação ‘Dèja-vu’ de negociarem compra e venda de apoio político para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Frutal em 2016. De acordo com a sentença divulgada nesta quarta-feira (13), as penas variam de dois anos e quatro meses a dois anos e onze meses para cada vereador condenado em regime aberto. Entre os réus, Edison Yamagami, eleito vereador pelo PSOL, foi o único absolvido.

A decisão foi tomada em 1ª instância e cabe recurso. A produção do MGTV buscou contato com todos os vereadores que constam na sentença, mas não obteve retorno até esta publicação.

Sete vereadores foram presos durante a Operação ‘Déjà-vu’ em dezembro do ano passado. As investigações foram iniciadas no fim de outubro de 2016 em parceria com o Ministério Público e da Polícia Civil de Araxá.

Na época, a Polícia Civil disse que alguns vereadores estavam repetindo práticas ilícitas de eleições passadas, a fim de comprar e prometer voto, principalmente para a função de Presidente da Câmara. Desde então, o grupo foi afastado do Legislativo em Frutal.

Veja quais são os réus condenados em 1ª instância:

Fonte: G1

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