Muros de escolas são reerguidos após vários meses caídos em Guajará-Mirim

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Os muros laterais das Escolas Municipais Floriza Bouez e Salomão Silva, que estavam caídos há vários meses deixando os alunos expostos, receberam reparos e foram reerguidos nesta semana em Guajará-Mirim (RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. Segundo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), nos dois casos os muros caíram após um temporal com fortes ventos no início do ano, mas somente agora o órgão teve condições de sanar o problema.

Em entrevista ao G1 na tarde desta quarta-feira (13), a atual secretária municipal de educação, Tereza Crespo, declarou que a Escola Floriza Bouez estava com o muro caído há sete meses, enquanto que a Salomão Silva teve o muro danificado há cinco meses, porém os reparos demoraram porque a Semed não tinha recursos disponíveis.

A secretária alegou ainda que outro fator que fez com que os reparos não fossem feitos anteriormente foi a eleição suplementar para a definição do novo prefeito no mês de abril, já que o prefeito na época era interino e estava em plena campanha eleitoral.

“Todos sabem que o município passou por uma eleição suplementar e isso também atrapalhou os reparos imediatos nas escolas. Nós fizemos um levantamento e conseguimos sanar os problemas nas duas escolas. Os muros foram reerguidos e agora o próximo passo é reformar e ampliar a Floriza Bouez, além disso nosso planejamento incluir reparos gerais nos prédios a partir do ano que vem, sendo três escolas por vez”, explicou a servidora.

Parte do muro lateral da Escola Municipal Floriza Bouez caiu ainda no mês de janeiro, antes do início do ano letivo após um forte temporal. Sete meses depois que caiu, o muro não havia recebido nenhum reparo e os 349 alunos de 4 à 12 anos dos turnos da manhã e tarde estavam expostos.

Procurada pelo G1 no último dia 14 de agosto, a Semed informou que o muro e várias repartições da instituições receberiam reparos e que as obras iriam custar R$ 5.549 com recursos próprios.

O órgão declarou ainda que estava providenciando a manutenção para o início deste mês de setembro e que os problemas seriam resolvidos.

Com 550 alunos nos turnos da manhã, tarde e noite, a Escola Municipal Salomão Silva estava com parte do muro lateral caído desde março devido a um temporal com fortes ventos que derrubou várias árvores ao redor do prédio.

No último dia 30 de agosto a Semed se posicionou e declarou que os reparos não haviam sido feitos por falta de verba, mas que até o final da primeira quinzena deste mês de setembro o muro seria reerguido.

A secretaria destinou R$ 3,5 mil para a direção da escola fazer os reparos necessários na instituição, incluindo o muro, que já estava caído há cinco meses.

Fonte: G1

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