Presos voltam a ficar em celas inundadas com água de fossa, em Porto Velho

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Presa tenta fugir de água que transbordou de latrina em cela da Central de Flagrantes de Porto Velho (Foto: Jheniffer Núbia / G1)Presa tenta fugir de água que transbordou de latrina em cela da Central de Flagrantes de Porto Velho (Foto: Jheniffer Núbia / G1)

Presa tenta fugir de água que transbordou de latrina em cela da Central de Flagrantes de Porto Velho (Foto: Jheniffer Núbia / G1)

Presos da Central de Flagrantes voltaram a ficar, nesta terça-feira (4), em celas inundadas com água de fossa, em Porto Velho. O episódio semelhante aconteceu há menos de 20 dias. Funcionários do local, que não quiseram se identificar, afirmaram que as condições de trabalho ficam precárias nessas situações.

“Não dá para trabalhar com esse mau cheiro. A delegacia toda fica fedendo”, disse.

Durante a tarde desta terça-feira, os presos foram colocados entre as quatro celas da delegacia que estavam alagadas com água que voltava dos sanitários.

Há menos de 20 dias, uma reportagem do G1 mostrou um caso semelhante, quando as grades das celas ficaram abertas e com o chão alagado com a água que transbordava das latrinas.

Próprios presos é quem entopem as latrinas em celas da Central de Flagrantes de Porto Velho disse funcionários (Foto: Jheniffer Núbia / G1)Próprios presos é quem entopem as latrinas em celas da Central de Flagrantes de Porto Velho disse funcionários (Foto: Jheniffer Núbia / G1)

Próprios presos é quem entopem as latrinas em celas da Central de Flagrantes de Porto Velho disse funcionários (Foto: Jheniffer Núbia / G1)

A diretora da Central de Flagrantes, Roseli de Lima, não estava no local durante a visita do G1 na tarde desta terça-feira, mas no primeiro incidente ela explicou que a situação era provocada pelos próprios presos.

Segundo a delegada, os presos colocam peças de roupas e até marmitas inteiras nas latrinas e assim fazia com que a água suja transbordasse e alagasse todas as outras celas.

A reportagem tentou contato por telefone com a assessoria da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), mas não teve êxito até a publicação da reportagem.

Fonte: G1 / RO

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