Sem poder sair de casa, amapaense nos EUA teme efeitos da tempestade Irma

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A empresária amapaense Greicy Lobato, de 36 anos, relatou nesta segunda-feira (11) os dias de apreensão passados com avanço do Irma, furacão que atingiu a costa Oeste dos Estados Unidos e foi rebaixado para tempestade tropical.

Vivendo em Charleston, estado da Carolina do Sul, ela contou que o Centro da cidade ficou completamente alagado pelos efeitos da chuva e dos fortes ventos, que não cessam. Impedida de sair de casa pelas autoridades americanas, Greicy diz temer os riscos, mas se sente tranquila e diz estar segura onde mora.

“Aqui no condomínio onde moro está seguro, não foi preciso sair. Se fosse preciso evacuar a cidade, nós teríamos todo o suporte. Aqui os americanos são muito bem estruturados, há uma semana, duas atrás, já estava faltando água”, comentou a amapaense que está com outros dois brasileiros na cidade.

A passagem de Irma também deixou dez mortos em Cuba, segundo o governo do país. Além disso, ainda há riscos de fortes chuvas e enchentes continuam no sudeste dos EUA. Ao menos 6,3 milhões de pessoas saíram da Flórida – estado mais atingido – e há queda de energia e falta combustível.

“Muitos já estavam se preparando para a chegada do furacão, que seria pior na cidade onde estou, mas ele mudou de rota, e só uma pequena parte dele veio aqui. A gente não pode sair de casa, nem para comprar nada, se aumentar o vento podemos ficar sem energia”, contou Greicy.

A amapaense aguarda o fim dos efeitos para retomar a vida normal na agência de viagens, da qual é proprietária. Ela elogiou a organização americana para enfrentamento do fenômeno natural, como apoio do governo e oferta de descontos em produtos e serviços durante a tempestade.

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Fonte: G1

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