The Kills faz bom show no esquema 'cota indie' mas sem engajamento do público no Rock in Rio

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“Vocês estão animados para ver o Alice Cooper?” A pergunta feita por James Hince, cantor e guitarrista da dupla The Kills, poderia ser irônica, mas a constatação pareceu sincera: faltou maior engajamento do público que estava diante do Palco Sunset nesta quinta-feira (21). Dava para ver vários clarões com o povo sentado em cangas e, afinal, esperando a próxima atração.

Respondendo pela “cota indie” do festival, a dupla de rock garageiro (ou alternativo ou qualquer outra qualificação nesta linha) fez uma apresentação até que boa. Que talvez tivesse melhor aceitação num clube menor.

Surgido em 2003 e naqueles tempos comparados ao White Stripes (por também ser dupla, também ter menino e menina e também ter influência alternativa e de blues), o Kills é “cool” dos telões que só exibem imagens em preto e branco ao sapato também branco (e sem meias) de Hince.

Além da guitarra competente e barulhenta de Hince, que canta combinando legal com a Alison, ao vivo eles têm o reforço de um baterista e um outro músico que fica no teclado.

Sem qualquer hit notável (nem tanta diferença assim entre uma faixa e outra), eles oferecem um som pesado que às vezes lembra Jesus and Mary Chain e outras vezes vezes parece de fato cópia de Jesus and Mary Chain.

Fonte: G1

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