Unidade da Rede SuperFácil será inaugurada na Zona Oeste de Macapá em 2018

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A central de atendimentos SuperFácil no Amapá vai inaugurar uma nova unidade no bairro Cabralzinho, na Zona Oeste de Macapá, em 2018. Segundo a direção do órgão, esta é a primeira unidade que vai funcionar na região e a previsão é que a comece a funcionar ainda em janeiro.

No local, além dos atendimentos que ocorrem em diversos setores, está prevista a realização de vistoria de veículos do Departamento Estadual de Trânsito no Amapá (Detran-AP).

“O ambiente do atendimento será ampliado, com salas privativas para audiências e um espaço para a vistoria de veículos como é feita atualmente na Zona Norte da cidade”, destacou a diretora de atendimentos Marciane Santos.

A central realizou a emissão de aproximadamente 4,1 milhões de documentos como Carteira de Identidade, CNH, Cartão do SUS e Carteira de Trabalho, de janeiro a novembro em 2017, nas onze unidades existentes no estado. O número é maior do que o registrado no ano anterior, quando aproximadamente 4 milhões de solicitações foram feitas.

A procura este ano pela emissão de documentos é a maior demanda, segundo a diretora geral do SuperFácil, Luzia Grunho. De acordo com ela, a realização de inscrições em serviços e programas dos governos federal, estadual e municipal contribuiu para o aumento dos atendimentos.

“Em diversas situações, como inscrição para programas de habitação, Amapá Jovem e até a chamada escolar contribuiu para que mais pessoas procurassem a emissão dos documentos. Só na chamada escolar ultrapassamos os 90 mil antedimentos e esse é um resultado muito positivo”, destacou.

O Superfácil expandiu este ano os serviços e instalou outras unidades fora da capital e para a diretora isso também contribuiu para o aumento da emissão. Em 2016 a rede itinerante teve 37 mil atendimentos e no balanço de janeiro a novembro, foram aproximadamente 60 mil.

“Levamos os serviços para outros bairros e comunidades e isso deu um salto nos atendimentos. É muito importante que mais pessoas possam ter acesso e garantir os documentos que são essenciais para serviços de saúde, educação e cidadania”, reforçou Luzia.

Fonte: G1

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