Juntos, o lateral direito Marcos Rocha e o técnico Cuca conquistaram a edição de 2013 da Copa Libertadores pelo Atlético-MG. Sete anos depois, apenas um será bicampeão, já que ambos estão em lados opostos na final entre Palmeiras e Santos, com início previsto para as 17 horas (de Brasília) deste sábado, no Maracanã.

Em uma campanha emocionante, a partir das oitavas de final, o Atlético-MG de Cuca e Marcos Roca passou por São Paulo, Tijuana, Newell’s Old Boys e Olímpia para conquistar o inédito título continental. Com o goleiro Victor inspirado, o time mineiro venceu a semi e a decisão nos pênaltis.

“O Cuca é um grande treinador e vai trabalhar muito a parte motivacional dos seus atletas”, disse Marcos Rocha, que teve uma rusga com o técnico durante o Mundial 2013, já resolvida. “Ele sempre espelha sua equipe no adversário, principalmente na marcação. Vai ser um grande jogo”, completou o lateral.

Escalado como titular por Cuca na primeira final diante do Olímpia, Marcos Rocha, advertido com o cartão amarelo, precisou cumprir suspensão automática no Mineirão. Neste sábado, com decisão em partida única, o lateral direito terá a chance de participar da briga pelo título.

Responsável por conduzir o Atlético-MG à final da Copa Libertadores 2013, Cuca passou pelo Palmeiras nas temporadas de 2016 e 2017. Na primeira, em uma conquista marcante, ganhou o título do Campeonato Brasileiro, encerrando jejum iniciado em 1994.

“Tenho amizade com muitos. Luan, veio junto comigo. Contratamos o Weverton, o Raphael Veiga. O Hyoran, que está no Atlético-MG. Tem mais, uma porção. Vieram junto com a gente, sabe? Têm carinho especial pela gente, mas que essa amizade não interfira em nada. Temos que fazer o máximo nosso”, disse Cuca.


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Conteúdo retirado do site: Gazeta Esportiva