A Administração Espacial Nacional da China, divulgou nesta quarta-feira que teve reuniões com a Nasa entre janeiro e março deste ano. Considerando os históricos desacordos entre as duas potências, essa cooperação espacial é um evento raro.

O objetivo seria trocar informações para assegurar a segurança de voo das naves em Marte.

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Em fevereiro deste ano, três novas missões chegaram ao planeta: Tianwen-1 da China; Hope, dos Emirados Árabes; e Mars 2020 da Nasa, com o rover Perseverance. O rover Curiosity, que a Nasa lançou em 2011, também está em operação.

Já a nave chinesa é composta por um orbitador que está girando em torno do planeta para captar imagens de alta definição, um módulo para pouso e também um rover que deve “aterrissar” no planeta em maio.

A mais simples das três missões é a Hope. É uma sonda em órbita que estuda a atmosfera e capta imagens de alta resolução do disco inteiro do planeta.

E não é só isso: Há mais seis orbitadores em operação: Mars Odyssey, MAVEN e Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa; Mars Express e ExoMars Trace Gas Orbiter, da agência espacial europeia; Mars Orbiter Mission, da Índia.

Para completar o tráfego marciano, existem ainda outros oito satélites antigos dos Estados Unidos e da Rússia, que perderam comunicação com a Terra mas continuam por lá como lixo espacial….

Conteúdo retirado do site: Olhar Digital