“Obviamente fui surpreendido com essa decisão de mudança do relator, ocorrida no final da noite de ontem, quando já estava fazendo a análise de todos os aspectos processuais e de mérito que envolvem a questão do deputado Daniel Silveira”, disse Sampaio.

O parlamentar também relatou que seu nome havia sido uma indicação do colégio de líderes.

“Registro que minha surpresa decorreu, principalmente, pelo fato da minha indicação ter sido feita durante uma discussão do colégio de líderes, sendo que foi o próprio presidente Arthur Lira quem me ligou, perguntando se eu aceitava a escolha, ao que, prontamente, respondi que sim”, completou.

Em nota, a assessoria do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que “não houve formalização do nome de Carlos Sampaio (PSDB-SP). A única relatora do caso é Magda Moffato (PL-GO)”.

Pela Constituição Federal, prisões de parlamentares em flagrante que estejam no exercício do mandato têm de ser submetidas à análise da casa legislativa em que ele atua. Por isso, o plenário da Câmara dos Deputados terá que decidir se mantém ou derruba a prisão do parlamentar.

São necessários votos de 257 deputados (maioria absoluta da composição da Câmara), em votação nominal e aberta, para manter a prisão.

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Conteúdo retirado do site: G1 da Globo