Com o aparecimento de novas cepas potencialmente mais contagiosas do novo coronavírus, como a amazônica e a sul-africana, especialistas em infectologia apontam se faz necessário o uso de máscaras duplas para um maior nível de proteção.

Porém, existem alguns detalhes que precisam ser observados antes de adotar essa proteção extra. A máscara dupla deve ser adotada, por exemplo, ao se entrar em lugares sem ventilação, como locais fechados e transporte coletivo.

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Porém, para a Dra. Monica Gandhi, chefe da divisão de HIV, Doenças Infecciosas e Medicina Global do Hospital Geral da Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos, a escolha do acessório de proteção e a percepção do risco envolvido em cada ambiente deve ser algo individual.

Como fazer uma boa máscara dupla?

Máscaras do modelo N95 em junção com máscaras cirúrgicas oferecem maior grau de proteção Imagem: Ganshi/ Marr

A função da máscara é filtrar o ar e fazer com que as pessoas tenham contato com menos partículas do Sars-Cov-2. Uma máscara dupla faz uma filtragem mais eficiente do ar, o que é bastante útil com cepas mais infecciosas circulando.

Segundo a Dra. Gandhi, é aconselhavel unir dois tipos diferentes de máscaras, uma normal, de tecido, por cima de uma máscara cirúrgica descartável para um nível médio de proteção, o que é recomendado para ambientes com maior ventilação, como shoppings, supermercados e ambientes ao ar livre.

Para ambientes fechados e com pouca ou nenhuma ventilação, a recomendação da infectologista é o uso de uma máscara do modelo N95 por cima de uma máscara cirúrgica. De acordo com Gandhi, além de aumentar o poder de filtragem do ar, a estratégia também ajuda as máscaras a se moldarem melhor ao rosto das pessoas.

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Fonte: Mashable

Conteúdo retirado do site: Olhar Digital