EEnfoco.
Ibovespa 205.430 pts ▲0,54% PETR4 R$ 59,68 ▲4,04% VALE3 R$ 66,21 ▼0,32% ITUB4 R$ 48,09 ▼0,54% BBDC4 R$ 20,36 ▼1,78% BBAS3 R$ 23,63 ▼0,55% WEGE3 R$ 47,99 ▼2,24% SUZB3 R$ 43,05 ▲1,53% ABEV3 R$ 16,84 ▲0,90% B3SA3 R$ 22,11 ▼0,49%

Guilherme Schimidt tira a forra, vence por ippon e leva o ouro em Budapeste

Brasileiro derrotou o sérvio Boris Rutovic, o mesmo que o havia batido quatro meses antes em Astana. País fechou o Grand Slam com três pódios.

Redação Enfoco•
Guilherme Schimidt tira a forra, vence por ippon e leva o ouro em Budapeste
Foto roger4336, BY-SA 2.0, via flickr

Guilherme Schimidt conquistou o ouro na categoria até 90 kg no Grand Slam de Budapeste, disputado entre 12 e 13 de setembro. Na final, venceu o sérvio Boris Rutovic por ippon, a pontuação máxima do judô, que encerra a luta na hora.

A vitória teve gosto de revanche: Rutovic havia derrotado o brasileiro quatro meses antes, no Grand Slam de Astana.

É o primeiro ouro de Schimidt em Grand Slam nessa categoria de peso.

Os três pódios brasileiros

AtletaCategoriaResultadoDia
Guilherme Schimidtaté 90 kgOuro13/09
Kaillany Cardosoaté 70 kgPrata12/09
Sarah Souzaaté 57 kgBronze11/09

O que vem agora

Budapeste foi o último Grand Slam antes do Campeonato Mundial, que começa em 4 de outubro, em Baku, no Azerbaijão.

A colocação nesta etapa pesa duas vezes: define parte do ranking mundial, que determina o chaveamento no Mundial, e serve como último teste competitivo antes da principal disputa da temporada.

Por que o ippon importa

Vencer por ippon encerra o combate imediatamente, sem depender de vantagem acumulada ou de decisão por punição. Além do efeito no placar, poupa o atleta fisicamente, o que faz diferença em torneio disputado em dia único, com várias lutas seguidas.

Para o Brasil, o judô segue como a modalidade mais medalhista da história olímpica do país, e o desempenho em Grand Slams é o principal indicador de forma antes de Mundial e de ciclo olímpico.

Fonte: Confederação Brasileira de Judô

Leia também